Nunca repito um pensamento
Pois são como grãos de areia
na vastidão da praia.
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Merd...Musica Atual
Ando ouvindo muito Chico Buarque, aquele pulha ,mas gosto das musicas dele, da maioria.
Acho que sou tenho um gosto musical mais velho que do meu próprio avô, não que eu não goste de um ROCK'n'ROLL, mas não consigo ver algo melhor que Frank Sinatra, Tom Jobim e Vivaldi.
E me peguei pensando, como as musicas de hoje são pobres em relação à antigamente. E que tipo de herança musical minha geração vai deixar?
Luan Santana? MC Gui? Restart?
Acho que tenho que concordar com meu sábio avô quando diz que:
Se o Brasil fosse um navio, as pessoas salvariam a cerveja invés dos livros.
Não quero pagar de intelectual, mas não vejo graça nenhuma, nem senso, nas musicas de hoje.
Qual a profundidade que uma musica como "Catra Presidente" tem?
Sério por que eu gostaria de ouvir isso, ao invés de Vinicius de Moraes?
As pessoas estão perdendo todo o senso de beleza, ou em maior escala o intelecto mesmo.
Se na minha época esse tipo de musica predomina imagine na dos meus filhos?
Sorte que meu avô tem uns LPs guardados e que conservarei para os meus filhos terem só um pouco de cultura pelo menos.
Me contive ao cenário brasileiro que é que eu entendo mais, mas isso é uma questão mundial.
Em consequência da globalização tudo depende do cenário norte americano. Causando assim toda a cultura mundial refém da americana que só decai.
Podemos ver isso com retardadas que louvam cantores criados pela mídia, chegando até ao suicídio por eles.
Você pode me dizer "Mas ídolos adolescentes sempre existiram". Sim, mas elas gostavam de cantores e não de faces problemáticas e moldadas que só dublam, pois hoje em dia as pessoas gostam de máquinas e não de pessoas.
Isso tudo sem chegar na parte de apologia. "Mas no rock que você gosta também tinha apologia, e Elis Regina morreu de overdose".
Sim, mas você só se esqueceu que as outras gerações tinham uma coisa que a nossa não tem: bom senso.
Tim, Renato, Raul, Cazuza, Tom, Nelson, entre outros, vocês fazem falta.
Isso diz um órfão de musica boa atual, e que tem que se suprir em gerações passadas.
Bem, só queria deixar meu repúdio a nova geração de "músicos".
Acho que sou tenho um gosto musical mais velho que do meu próprio avô, não que eu não goste de um ROCK'n'ROLL, mas não consigo ver algo melhor que Frank Sinatra, Tom Jobim e Vivaldi.
E me peguei pensando, como as musicas de hoje são pobres em relação à antigamente. E que tipo de herança musical minha geração vai deixar?
Luan Santana? MC Gui? Restart?
Acho que tenho que concordar com meu sábio avô quando diz que:
Se o Brasil fosse um navio, as pessoas salvariam a cerveja invés dos livros.
Não quero pagar de intelectual, mas não vejo graça nenhuma, nem senso, nas musicas de hoje.
Qual a profundidade que uma musica como "Catra Presidente" tem?
Sério por que eu gostaria de ouvir isso, ao invés de Vinicius de Moraes?
As pessoas estão perdendo todo o senso de beleza, ou em maior escala o intelecto mesmo.
Se na minha época esse tipo de musica predomina imagine na dos meus filhos?
Sorte que meu avô tem uns LPs guardados e que conservarei para os meus filhos terem só um pouco de cultura pelo menos.
Me contive ao cenário brasileiro que é que eu entendo mais, mas isso é uma questão mundial.
Em consequência da globalização tudo depende do cenário norte americano. Causando assim toda a cultura mundial refém da americana que só decai.
Podemos ver isso com retardadas que louvam cantores criados pela mídia, chegando até ao suicídio por eles.
Você pode me dizer "Mas ídolos adolescentes sempre existiram". Sim, mas elas gostavam de cantores e não de faces problemáticas e moldadas que só dublam, pois hoje em dia as pessoas gostam de máquinas e não de pessoas.
Isso tudo sem chegar na parte de apologia. "Mas no rock que você gosta também tinha apologia, e Elis Regina morreu de overdose".
Sim, mas você só se esqueceu que as outras gerações tinham uma coisa que a nossa não tem: bom senso.
Tim, Renato, Raul, Cazuza, Tom, Nelson, entre outros, vocês fazem falta.
Isso diz um órfão de musica boa atual, e que tem que se suprir em gerações passadas.
Bem, só queria deixar meu repúdio a nova geração de "músicos".
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Mal dia! Mal dia! Mal dia!
Existem dias que você simplesmente deve continuar dormindo.
Bem, hoje foi um dia desses.
Acordei, sem ânimo nenhum, pra mais um dia, ironicamente de férias.
Saímos da casa do meu pai, quase chegando na "Dutra", o Jeep morreu, tivemos de empurrar.
Logo depois enfrentamos o maior esteriótipo da metrópole. Enquanto esperava minha internet móvel parou de pegar, e o carro morreu de novo.
Chegando no escritório do meu pai, fomos tomar café na "padoca". Lá comi um misto quente, continuei com fome, mas não comi mais, pra não estragar o almoço.
Depois seguimos direto ao escritório, onde me sentei a mesa e comecei a assistir o mais novo episódio de Doctor Who, e também fiz um pouco de "social networking" pelo celular.
Fomos almoçar, na mesma "padoca". Lá comi a meu prato habitual, toneladas de batata frita, um pedaço de carne vermelha e uma boa quantidade de arroz.
Voltei pro escritório, sozinho porque meu pai tinha que resolver algumas coisas no banco.
De volta a mesa, fiquei encarregado de atender e telefone e dizer:
_Alô, ..... Seguradora, boa tarde.
e depois respondia:
_Ele deu uma saída, você pode ligar daqui uns minutos?
O telefone tocou umas 3 vezes, e o processo foi repetido.
Por causa do meu "social networking" contínuo, a bateria do meu conector com o mundo estava escassa demais. Quando fui coloca-lo pra carregar, chega o ponto "alto" do meu dia horrível, vejo o celular despencando como uma pedra com conexão WiFi no chão.
"Meu 'mundo' caiu, não vou negar". E não acaba por ai.
Tive que andar 9 quarteiros no sol, por um motivo chulo, e no final inútil.
Na hora de ir embora, esqueço o chip, tivemos que voltar e pegar trânsito mais uma vez.
Já em casa, descobri que o celular reserva não comporta o meu chip.
Finalmente o dia acabou.
Tem dias que você nem deve sair da cama.
Bem, hoje foi um dia desses.
Acordei, sem ânimo nenhum, pra mais um dia, ironicamente de férias.
Saímos da casa do meu pai, quase chegando na "Dutra", o Jeep morreu, tivemos de empurrar.
Logo depois enfrentamos o maior esteriótipo da metrópole. Enquanto esperava minha internet móvel parou de pegar, e o carro morreu de novo.
Chegando no escritório do meu pai, fomos tomar café na "padoca". Lá comi um misto quente, continuei com fome, mas não comi mais, pra não estragar o almoço.
Depois seguimos direto ao escritório, onde me sentei a mesa e comecei a assistir o mais novo episódio de Doctor Who, e também fiz um pouco de "social networking" pelo celular.
Fomos almoçar, na mesma "padoca". Lá comi a meu prato habitual, toneladas de batata frita, um pedaço de carne vermelha e uma boa quantidade de arroz.
Voltei pro escritório, sozinho porque meu pai tinha que resolver algumas coisas no banco.
De volta a mesa, fiquei encarregado de atender e telefone e dizer:
_Alô, ..... Seguradora, boa tarde.
e depois respondia:
_Ele deu uma saída, você pode ligar daqui uns minutos?
O telefone tocou umas 3 vezes, e o processo foi repetido.
Por causa do meu "social networking" contínuo, a bateria do meu conector com o mundo estava escassa demais. Quando fui coloca-lo pra carregar, chega o ponto "alto" do meu dia horrível, vejo o celular despencando como uma pedra com conexão WiFi no chão.
"Meu 'mundo' caiu, não vou negar". E não acaba por ai.
Tive que andar 9 quarteiros no sol, por um motivo chulo, e no final inútil.
Na hora de ir embora, esqueço o chip, tivemos que voltar e pegar trânsito mais uma vez.
Já em casa, descobri que o celular reserva não comporta o meu chip.
Finalmente o dia acabou.
Tem dias que você nem deve sair da cama.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Caneta
Acho que tem um Drummond na minha cabeça.
Um Camões na minha boca.
Um Moraes no meu coração.
Um Jobim nos meus ouvidos.
Um Shakespeare no meu fígado.
E um Hemingway nos punhos.
Mesmo com essa junção, tinha um problema, nas horas que eles me acompanham me faltava uma coisa.
A Caneta na mão.
Um Camões na minha boca.
Um Moraes no meu coração.
Um Jobim nos meus ouvidos.
Um Shakespeare no meu fígado.
E um Hemingway nos punhos.
Mesmo com essa junção, tinha um problema, nas horas que eles me acompanham me faltava uma coisa.
A Caneta na mão.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
O poste sozinho
Hoje peguei o ônibus direto pra minha cidade favorita em todo o mundo.
No caminho, saindo da parada, vejo algo que me impressionou.
No meio de um vasto plano, existe um poste com a luz acesa. E do jeito que sou, ma hora me veio um milhão de idéias do que aquilo poderia ser, desde o único lugar sem fungos numa plantação de cogumelos à um safepoint pra um futuro apocalipse zombie.
Mas me veio a cabeça algo muito muito mais doido.
Aquele poste deve ter algum complexo. Imagina, você ser sozinho numa vastidão, sem ter ninguém nem pra conversar, nesse caso seria em código morse.
E o pior de tudo, ele deve morrer de medo a noite, porque ele ouve tudo quanto é tipo de barulho e vê centenas de vultos, se ele for igual a mim, ta ferrado.
Sei lá, acho que eu colocaria outro poste do lado, só pra fazer companhia, mas um poste corajoso senão não ia adiantar.
Não faço ideia porque escrevi tantas linhas sobre um poste sozinho, mas tive dó dele.
Queria abraço-lo.
No caminho, saindo da parada, vejo algo que me impressionou.
No meio de um vasto plano, existe um poste com a luz acesa. E do jeito que sou, ma hora me veio um milhão de idéias do que aquilo poderia ser, desde o único lugar sem fungos numa plantação de cogumelos à um safepoint pra um futuro apocalipse zombie.
Mas me veio a cabeça algo muito muito mais doido.
Aquele poste deve ter algum complexo. Imagina, você ser sozinho numa vastidão, sem ter ninguém nem pra conversar, nesse caso seria em código morse.
E o pior de tudo, ele deve morrer de medo a noite, porque ele ouve tudo quanto é tipo de barulho e vê centenas de vultos, se ele for igual a mim, ta ferrado.
Sei lá, acho que eu colocaria outro poste do lado, só pra fazer companhia, mas um poste corajoso senão não ia adiantar.
Não faço ideia porque escrevi tantas linhas sobre um poste sozinho, mas tive dó dele.
Queria abraço-lo.
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Tão culto como um pato
Tão culto como um pato é:
Aquele cara que discuti politica mas não conhece nem os 3 poderes.
Aquela mulher que diz que homem que é homem tem que prover a mulher.
Aquele cara que compartilha qualquer frase contendo ou Einstein ou Clarice Lispector no final.
Aquela pessoa que ouve Beethoven em público e em casa liga o eletro funk no máximo.
Aquele que é contra os gays por causa da bíblia mas no fim de semana bebe mais que carro velho no calor.
Aquela que lê Nietzche em público, não entende nada, e chegando em casa vai logo ver a novela.
Aquele que acha que ir a igreja no domingo é pra ganhar crédito com deus pra fazer merda o resto da semana.
Aquela que "critica o capitalismo mas põe senha no WiFi".
Aquele que luta pelo ferrenhamente pela esquerda mas não conhece Karl Marx.
Aquela que só lê quadrinhos pra tirar foto com a revista e ganhar likes.
Aquele que lê a Folha e acha que ta no mesmo patamar de Stalin.
Aquela que lê veja e acha que é entendido de politica.
Aquele a favor dos BlackBlocks mas não sabe o real significado de anarquismo.
E existem muito, muito mais. Só queria concientizar que ter cultura é como um clube da pra saber quem não tem. Principalmente se você ouvi Justin Bieber e posta frases da Clarice Lispector.
Aquele cara que discuti politica mas não conhece nem os 3 poderes.
Aquela mulher que diz que homem que é homem tem que prover a mulher.
Aquele cara que compartilha qualquer frase contendo ou Einstein ou Clarice Lispector no final.
Aquela pessoa que ouve Beethoven em público e em casa liga o eletro funk no máximo.
Aquele que é contra os gays por causa da bíblia mas no fim de semana bebe mais que carro velho no calor.
Aquela que lê Nietzche em público, não entende nada, e chegando em casa vai logo ver a novela.
Aquele que acha que ir a igreja no domingo é pra ganhar crédito com deus pra fazer merda o resto da semana.
Aquela que "critica o capitalismo mas põe senha no WiFi".
Aquele que luta pelo ferrenhamente pela esquerda mas não conhece Karl Marx.
Aquela que só lê quadrinhos pra tirar foto com a revista e ganhar likes.
Aquele que lê a Folha e acha que ta no mesmo patamar de Stalin.
Aquela que lê veja e acha que é entendido de politica.
Aquele a favor dos BlackBlocks mas não sabe o real significado de anarquismo.
E existem muito, muito mais. Só queria concientizar que ter cultura é como um clube da pra saber quem não tem. Principalmente se você ouvi Justin Bieber e posta frases da Clarice Lispector.
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Segredo
No post de hoje, quero explanar como é bom contar um segredo.
Quando digo contar, não falo em sair e contar pra todos um segredo de um amigo.
Peço que compartilhe uma coisa só sua, com uma pessoa de confiança. Assim você cria um laço extremamente grande com a pessoa, o relacionamento de vocês melhorara em 1000 porcento.
Mas tem que ser um segredo sincero, não um segredo bobo. Algo que signifique muito pra você, não importa o que.
Não trocara um segredo por outro. Você contara o seu e pronto.
Provavelmente agora você vai estar pensando "Eu não! Depois essa pessoa conta pros outros e eu me ferro". Mas você não entende o valor da coisa, isso vai:
Testar sua amizade.
Fortalecer ela.
Criará uma adrenalina de estar em "perigo".
E te dará uma sensação tão boa, mas tão boa que vai ter vontade de ser um livro aberto.
E é esse mesmo o objetivo da experiencia, fazer as pessoas serem mais verdadeiras, com os outros, e com elas mesmas, porque pra contar um segredo verdadeiro você tem que ser sincero consigo mesmo e isso vai abrir uma porta de infinidades dentro que você, que vai ser difícil ser fechada.
Eu tomo banho ouvindo poemas.
Eu tenho fobia de palhaços.
Eu não gosto que as pessoas me olhem, a não ser que eu esteja de terno.
Me sinto mal em manhãs de sol.
Ouço musicas que digo que odeio.
Toda vez que penso na morte, não sinto nenhum medo, mas sim ansiedade.
Quando digo contar, não falo em sair e contar pra todos um segredo de um amigo.
Peço que compartilhe uma coisa só sua, com uma pessoa de confiança. Assim você cria um laço extremamente grande com a pessoa, o relacionamento de vocês melhorara em 1000 porcento.
Mas tem que ser um segredo sincero, não um segredo bobo. Algo que signifique muito pra você, não importa o que.
Não trocara um segredo por outro. Você contara o seu e pronto.
Provavelmente agora você vai estar pensando "Eu não! Depois essa pessoa conta pros outros e eu me ferro". Mas você não entende o valor da coisa, isso vai:
Testar sua amizade.
Fortalecer ela.
Criará uma adrenalina de estar em "perigo".
E te dará uma sensação tão boa, mas tão boa que vai ter vontade de ser um livro aberto.
E é esse mesmo o objetivo da experiencia, fazer as pessoas serem mais verdadeiras, com os outros, e com elas mesmas, porque pra contar um segredo verdadeiro você tem que ser sincero consigo mesmo e isso vai abrir uma porta de infinidades dentro que você, que vai ser difícil ser fechada.
Eu tomo banho ouvindo poemas.
Eu tenho fobia de palhaços.
Eu não gosto que as pessoas me olhem, a não ser que eu esteja de terno.
Me sinto mal em manhãs de sol.
Ouço musicas que digo que odeio.
Toda vez que penso na morte, não sinto nenhum medo, mas sim ansiedade.
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
As maritacas atrás de casa
Hoje fui ler lá fora.
E quando começo a ler meu incrível livro preferido sobre economia, ouço um som que ecoou no fundo da minha memória e me deixou igual o crítico no Ratatouille.
Aquele canto desafinado que mais parece um gato sendo assassinado, me lembrou de quando era criança, desde quando tinha dois anos até 13 ouvia aquele canto.
Com dois, quando chegava da escola, sem nem ligar pra hora do Brasil, todo sujo e com fome.
Com três, quando chegava da escola, depois de morder a maioria da classe, inclusive a professora.
Com quatro, quando continuava a morder todos, só que agora aprendi a pedir desculpa.
Com cinco, quando não mordia mais as pessoas, a não ser que alguém escolhesse o power ranger preto, porque EU SOU O POWER RANGER PRETO(até hoje).
Com seis, quando a única coisa que pensava era ganhar muito dinheiro(sim, foi ai que minha "tara" por economia começou) e me formar em química e física(eu era tão ingênuo).
Com sete, continuava a pensar a mesma coisa, só que agora decidi que faria as faculdades em Harvard(continuava extremamente ingênuo)
Com oito, quando voltava e ia logo assistir Dragon Ball e Digimon.
Com nove, quando voltava correndo, porque descobri que antes de Dragon Ball tinha algo muito melhor chamado Pokemon.
Com 10, quando voltava da aula ,que eu sou apaixonado até hoje(redação), e corria pra ver Pokemon.
Com 11, quando voltava da aula pra ficar revoltado que trocaram o desenho por jornal.
Com 12, quando percebi que o jornal não é tão mal assim.
Com 13, quando descobri que meninas são melhor que jornal e Pokemon.
E quando começo a ler meu incrível livro preferido sobre economia, ouço um som que ecoou no fundo da minha memória e me deixou igual o crítico no Ratatouille.
Aquele canto desafinado que mais parece um gato sendo assassinado, me lembrou de quando era criança, desde quando tinha dois anos até 13 ouvia aquele canto.
Com dois, quando chegava da escola, sem nem ligar pra hora do Brasil, todo sujo e com fome.
Com três, quando chegava da escola, depois de morder a maioria da classe, inclusive a professora.
Com quatro, quando continuava a morder todos, só que agora aprendi a pedir desculpa.
Com cinco, quando não mordia mais as pessoas, a não ser que alguém escolhesse o power ranger preto, porque EU SOU O POWER RANGER PRETO(até hoje).
Com seis, quando a única coisa que pensava era ganhar muito dinheiro(sim, foi ai que minha "tara" por economia começou) e me formar em química e física(eu era tão ingênuo).
Com sete, continuava a pensar a mesma coisa, só que agora decidi que faria as faculdades em Harvard(continuava extremamente ingênuo)
Com oito, quando voltava e ia logo assistir Dragon Ball e Digimon.
Com nove, quando voltava correndo, porque descobri que antes de Dragon Ball tinha algo muito melhor chamado Pokemon.
Com 10, quando voltava da aula ,que eu sou apaixonado até hoje(redação), e corria pra ver Pokemon.
Com 11, quando voltava da aula pra ficar revoltado que trocaram o desenho por jornal.
Com 12, quando percebi que o jornal não é tão mal assim.
Com 13, quando descobri que meninas são melhor que jornal e Pokemon.
Em todos esses momentos aquelas aves de canto engraçado estavam comigo. Porém conforme os anos passavam eu parei de ouvir o canto, e hoje não ouvira mais a melodia da minha infância.
Mas hoje eu sai do meu lúgubre quarto, e ouvi a mais bela sinfonia de aves que alguém poderia ouvir.
Ao ouvir aquilo não tive vontade de dormir, de chorar, nem de por minha lancheira nas costas mas me deu vontade de ...
E graças à esse canto, eu percebi, qual a minha necessidade vital; o porque de eu acordar de manha; a minha mania; a minha neurose:
Mas hoje eu sai do meu lúgubre quarto, e ouvi a mais bela sinfonia de aves que alguém poderia ouvir.
Ao ouvir aquilo não tive vontade de dormir, de chorar, nem de por minha lancheira nas costas mas me deu vontade de ...
E graças à esse canto, eu percebi, qual a minha necessidade vital; o porque de eu acordar de manha; a minha mania; a minha neurose:
ESCREVER!
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Agonia da falta de cortesia
Eu tenho medo de me chocar.
Nunca vi mais que os primeiros 20 minutos de Laranja Mecânica, acho ofensivo, perturbador, horrível e etc. Parei e esqueci todos os minutos que assisti.
Nunca terminei de ler A hora do vampiro com medo de acontecer algo e todos morrerem.
Eu nunca terminei de ler 1984 com medo do que O Big Brother poderia fazer com Winston. Acho que é por isso que eu gosto de livros de economia, eles são fatos, já aconteceu e ponto.
Não me importo com o importador de tulipas na Holanda no século XVI, mas me importo com o Arthur, e se os Vogons irão recitar pra ele um poema.
Mas o que mais me impressiona é que eu li Watchmen e a Piada Mortal, achei obras de arte, "perfeitas", e não consigo ler Sin City de nenhum jeito.
Acho que sei, o meu problema é que tenho medo da falta da cortesia, da perda dos bons hábitos e da educação. Devo ser civilizado demais.
CLARO!!! Essa é a explicação do porque eu gosto dos vilões "bonzinhos", sabe? Aqueles que querem dominar o mundo, mas não da tapa na cara de criança, não xinga velhinha. Vilões BEM EDUCADOS.
Já pensou? Que se o Mufasa fosse legal com o Simba e explicasse o porquê dele ter que ir embora, você não ia sentir tanta raiva dele. Ou se o Sauron criasse "dark" elfs invés de orcs. Eles não pareceriam melhor?
Pois então,eu tenho um problema com isso. Por que ser cruel? Um vilão pode ser um vilão, sem dar tapa na cara de criança.
Minha mãe diria que sou fofo demais, minha avó diria que sou sensível demais e meu Vô diria que sou fresco demais, mas tenho agonia da falta de cortesia.
Nunca vi mais que os primeiros 20 minutos de Laranja Mecânica, acho ofensivo, perturbador, horrível e etc. Parei e esqueci todos os minutos que assisti.
Nunca terminei de ler A hora do vampiro com medo de acontecer algo e todos morrerem.
Eu nunca terminei de ler 1984 com medo do que O Big Brother poderia fazer com Winston. Acho que é por isso que eu gosto de livros de economia, eles são fatos, já aconteceu e ponto.
Não me importo com o importador de tulipas na Holanda no século XVI, mas me importo com o Arthur, e se os Vogons irão recitar pra ele um poema.
Mas o que mais me impressiona é que eu li Watchmen e a Piada Mortal, achei obras de arte, "perfeitas", e não consigo ler Sin City de nenhum jeito.
Acho que sei, o meu problema é que tenho medo da falta da cortesia, da perda dos bons hábitos e da educação. Devo ser civilizado demais.
CLARO!!! Essa é a explicação do porque eu gosto dos vilões "bonzinhos", sabe? Aqueles que querem dominar o mundo, mas não da tapa na cara de criança, não xinga velhinha. Vilões BEM EDUCADOS.
Já pensou? Que se o Mufasa fosse legal com o Simba e explicasse o porquê dele ter que ir embora, você não ia sentir tanta raiva dele. Ou se o Sauron criasse "dark" elfs invés de orcs. Eles não pareceriam melhor?
Pois então,eu tenho um problema com isso. Por que ser cruel? Um vilão pode ser um vilão, sem dar tapa na cara de criança.
Minha mãe diria que sou fofo demais, minha avó diria que sou sensível demais e meu Vô diria que sou fresco demais, mas tenho agonia da falta de cortesia.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
oxıɐq ɐɹd ɐçǝqɐɔ ǝp ɹɐsuǝd
Já tentou pensar de cabeça pra baixo?
É bem difícil. Não impossível, mas você não consegue focar 100 porcento no seu pensamento. Porque sempre uma partezinha, pelo menos, vai estar pensando "Eu to de cabeça pra baixo, cuidado com o equilíbrio, olha o sangue indo pra cabeça, não se mexe muito senão vai cair".
Esse pode ser um exemplo incrível sobre o egoísmo da humanidade. Pensa, você não consegue parar de pensar em si mesmo naturalmente. Imagina pondo você em uma situação de risco(baixo mas é). Você não consegue nem se focar em outro pensamento a não ser você mesmo.
Sério, não é uma crítica, porque pessoalmente não vejo nada de errado com o egoísmo, é natural do ser humano. Mas estou fugindo do assunto.
Pensar de cabeça pra baixo, é um dom, algumas pessoas são tão inseguras de si que não conseguem pensar e existem piores, as que tem medo até de ficar de cabeça pra baixo. Porém existem os outros, que não ligam nem um pouco, poderiam estar caindo num vulcão que continuariam "na lua". Então eu apoio os psicanalistas fazerem o teste do pensar de cabeça pra baixo, isso facilitaria e avançaria a psicologia e a psiquiatria em MILHÕES de anos.
Ou não.
É bem difícil. Não impossível, mas você não consegue focar 100 porcento no seu pensamento. Porque sempre uma partezinha, pelo menos, vai estar pensando "Eu to de cabeça pra baixo, cuidado com o equilíbrio, olha o sangue indo pra cabeça, não se mexe muito senão vai cair".
Esse pode ser um exemplo incrível sobre o egoísmo da humanidade. Pensa, você não consegue parar de pensar em si mesmo naturalmente. Imagina pondo você em uma situação de risco(baixo mas é). Você não consegue nem se focar em outro pensamento a não ser você mesmo.
Sério, não é uma crítica, porque pessoalmente não vejo nada de errado com o egoísmo, é natural do ser humano. Mas estou fugindo do assunto.
Pensar de cabeça pra baixo, é um dom, algumas pessoas são tão inseguras de si que não conseguem pensar e existem piores, as que tem medo até de ficar de cabeça pra baixo. Porém existem os outros, que não ligam nem um pouco, poderiam estar caindo num vulcão que continuariam "na lua". Então eu apoio os psicanalistas fazerem o teste do pensar de cabeça pra baixo, isso facilitaria e avançaria a psicologia e a psiquiatria em MILHÕES de anos.
Ou não.
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